sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

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  MÃE
Mãe, três letras, uma sílaba, palavra pequena, mas que diz muito. Nada no mundo é tão sublime que ser mãe. Missão nobre que enfrenta muitas dificuldades. Missão que só desempenha quem está preparado. Missão muitas vezes não com­preendida. Missão feita de amor.
Sim, mãe, o amor predomina em tua missão. Sem amor não és mãe. Primeiro amor pelo teu companheiro e colaborador nesta sublime missão e depois amor pelo teu fruto. Desde o primeiro momento até sempre.
E não poucas vezes, quem mais deveria te agradecer, teu filho, em vez de te agra­decer por tê-lo trazido ao mundo, te mal agradece pelo mesmo motivo. Da mesma forma continuas amando este fruto que tantos sacrifícios te custou.
Eu quero te agradecer.
Não encontro palavras para te agrade­cer, mãe. Muito obrigado é o que eu sei di­zer neste momento. Mas este muito obri­gado expressa todo o agradecimento que sinto em meu coração.
Sei também que muitas vezes de fiz so­frer. Muitas vezes te magoei o coração. Por estas vezes, mãe, te peço desculpas.
Neste dia das mães, quero que sintas meu abraço e meu beijo e quero que te lembres daquela que foi a mãe exemplar, a mãe de Cristo: Maria. Com ela os pesos ficam mais leves.
Um beijo, teu filho.
Altamir Fontana
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